quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Rock Contra Fome movimenta a cena de Uberlândia

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Jimmy London e Maurício Nogueira no Rock Contra Fome


Depois de mais de um mês trabalhando em contato direto com a organização do Rock Contra Fome, é um prazer enorme pra nós, do Uai, Meu!, contar pra vocês o sucesso estrondoso que foi esse evento. Realizado no último sábado, 27 de setembro, o Rock Contra Fome, que estava previsto para começar às 14h, teve os portões abertos por volta das 18h. A demora aconteceu por conta de alguns imprevistos sofridos pela organização. Mas o atraso não impediu que uma quantidade enorme de gente assistisse aos shows das bandas Doctor Love, Distúrbio Social, V8, Autômatos, Telluric, Scourge, Efeito Reverso e finalmente a tão aguardada banda carioca Matanza.

Confira nossas resenhas!
Doctor Love no Rock Contra Fome

Na minha opinião, foi uma das melhores apresentações de todos os Rock Contra Fome em que estive. Clássicos do rock, presença de palco, galera participando e cantando junto: receita de sucesso. A banda tocou sucessos como Psycho Circus, Doctor Love, Strutter, Detroit Rock City e Ace of Spades.

Distúrbio Social no Rock Contra Fome 2014

Hardcore com uma pitada cada vez mais intensa de metal, a banda Distúrbio Social fez uma apresentação enérgica, despertando o público para questões sociais. Os rapazes tocaram um repertório composto por músicas autorais, como Burguês e BBBosta.

V8

Banda presença demais da conta, a V8 já é conhecida na região por shows muito legais. E no Rock Contra Fome não foi diferente! O repertório trouxe clássicos como Guns N' Roses e Metallica, botando fogo na galera.

Autômatos

Autômatos no Rock Contra Fome 2014


Focada no som autoral de qualidade, a Autômatos levou ao palco algumas das músicas que vão compor o primeiro EP da banda, que se chamará Atlas. Eu curti!

Telluric

Apesar do som não ser o meu estilo favorito, tenho que concordar com a Jarlane Graciano quando diz que o vocalista tem o que é preciso pra fazer Death Metal bem feito. Os outros integrantes também não deixaram a desejar, com um instrumental pesado e presença de palco. Uma coisa interessante que deu um "que" a mais na apresentação foi a participação massiva dos muitos fãs da banda que estavam na plateia.

Scourge

Mantendo a vibe pesada, a Scouge chegou com o seu Hate Metal e mostrou que merece o apoio que tem da gravadora Cogumelo Records. Muito bem vista na cena nacional, a banda mandou bem, mesmo com a perna do vocalista Juarez fraturada em vários lugares.

Efeito Reverso

Foi minha segunda banda favorita. Tocou, além de som autoral, um monte de coisas que eu adoro tipo Raimundos, Tianastacia e Papa Roach. Tudo sem deixar o público, já cansado a essa altura, desanimar um minuto que fosse.

Matanza

Matanza no Rock Contra Fome

Hora de falar do Matanza. Há alguns dias resenhar um show do Matanza seria tarefa impossível pra mim, eu nem saberia o que falar porque é amor demais. Achei que se o amor aumentasse seria ainda mais difícil de resenhar, mas não! Na verdade me sinto mais tranquila ao dizer o que penso sobre a banda e a apresentação no Rock Contra Fome.

Muita gente disse que achou o show fraco, que a banda estava desanimada no dia. Eu não concordo. A banda me parecia um pouco cansada, mas nada que tenha atrapalhado a vibe sinistra que eu senti quando eles entraram no palco ou durante todo o show. Quase chorei arco-íris com os breves momentos em que Maurício Nogueira e China tocaram um pouquinho do que os influencia, demonstrando destreza nos instrumentos que tocam e um gosto musical fodástico.

O Jimmy me parecia especialmente inspirado em suas habituais piadas. Quem não riu quando ele chamou o Maurício de "metal, metal raiz do metal, metal" ou quando cismou de dizer que o China tocava forró? Outra coisa legal que ele fez foi uma homenagem fofa às mulheres, principalmente às minhas amigas do Clube das Canalhas, dizendo que "é a mulher que manda nessa porra toda", que "atrás de todo homem tem uma bela mulher... Apertando a nossa bunda" e nos chamando de "aquelas que tem o chifre e o rabo no lugar".

O Jonas na bateria... Cara, não tem nem o que falar, né? O cara mói a bateria sem dó nem piedade e deixa a gente louco com a pegada que tem em músicas como Clube dos Canalhas, Santa Madre Cassino, entre outros clássicos do Matanza.

Bato o pé que foi um showzaço e não abro. Pé na porta e soco na cara, como sempre!

Essa semana conto um pouco mais pra vocês, principalmente sobre o nosso stand no evento e o contato pessoal que tivemos com o Matanza (é... Teve contato pessoal! Rsrs...).

P.S.: Galera das bandas, as fotos de algumas bandas ainda não estão comigo. Éramos três fotografando em câmeras diferentes. Assim que for recebendo, vou acrescentando aqui, ok?

Bjoko da ainda super cansada,
Isabella Peixoto.

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